27 de junho de 2011

Corpo Iluminado

"Vivre Sa Vie" - Jean Luc Godard


Há um grande rigor naquilo que abre a pele

uma enorme falésia onde o mar rebenta

e regressa depois à ferida que através da roupa

fina e ensopada é do sol a praia e a luz do corpo.

9 comentários:

Ana disse...

A luz que o (a)mar desvenda.

manuela baptista disse...

poema iluminadamente ferido


um abraço

manuela

Graça Pires disse...

Um mar a rebentar na alma...
Um abraço.

AnaMar (pseudónimo) disse...

E onde o vento amaina a dor.
belo o rigor que abre a pele.

~pi disse...

éramos

azuis:

com pulmões de

luz

amarelos

éramos



~

heretico disse...

o mar a ensopar a fenda. aberta.
e soltar a luz dos corpos inebriados.

gostei dos teus poemas.

abraços

sandrafofinha disse...

Acho que o mar nos tranquiliza,pena que eu não tenha oportunidade e não possa ir para a praia. beijinhos!!

© Piedade Araújo Sol disse...

a ferida através da roupa
o sol e a luz
a amenizar.

um beij

« Katyuscia Carvalho » disse...

...quando roupa também se faz de tecido da pele!

...ferida, luz incendiada.

.
.
.

Também o parabenizo pelo espaço, que é imensa qualidade.