17 de agosto de 2011

Sei de uma Forma

Olof Grind

Sei de uma forma que em mim se desampara

no minuto imenso da breve alegria

recorda a paisagem que foi deslumbramento

luzes que só por dentro se viam

não eram terra

nem eram céu

eram a casa incendiada onde dançávamos

como estrelas que à distancia

uma para a outra brilhavam

7 comentários:

Rui Constantino disse...

Todos conhecemos estas formas que em nós se desamparam. Gostei muito do seu blogue.

heretico disse...

estrelas em fusão. ardentes...

belo poema.

abraços

© Piedade Araújo Sol disse...

todos já tivemos esse deslumbramento.
belíssimo!
um beij

Parole disse...

Li alguns dos seus poemas e gostei muito deles.

Virei mais vezes.

Beijo

Graça Pires disse...

O deslumbramento do amor...
Beijos.

partilha de silêncios disse...

É o "encantamento" que nos deixa assim !!

um beijo

Lilazdavioleta disse...

De quando em vez há esse sentir como que mágico .
Óptimo !